Porto de Leixões: Quebra de 8,7% nos contentores não trava registos históricos nos restantes segment

É certo que a descida incontornável no segmento dos contentores no passado mês de Novembro (queda de 17% na carga contentorizada no Terminal de Contentores de Leixões, 49 821 TEU) se fez notar, mas a verdade última é que o Porto de Leixões está em vias de finalizar o ano de 2015 com um novo máximo de cargas movimentadas (levando a um crescimento de 5,4% relativamente a Janeiro-Novembro de 2014), consolidando os recordes históricos de quem tem sido alvo.

A queda da performance no segmento contentorizado foi assinalável (Novembro foi um dos piores meses de 2015 no que toca a esse sub-sector e mesmo no período de Janeiro a Novembro a queda foi de 7% em relação à mesma janela temporal de 2014) mas para benefício do Porto de Leixões, todos os restantes segmentos registaram performances elevadas e de crescimento homólogo.

Assim, a estagação global no mercado da carga contentorizada (diga-se que Leixões sofreu directamente com a diminuição das exportações direccionadas para o mercado angolano, em contracção) foi reequilibrada pelos positivos registos tidos nos segmentos dos granéis sólidos e líquidos, ambos a denotaram uma tendência de crescimento ligeiramente superior aos 11%.

Assim, o Porto de Leixões registou a melhor performance de sempre no que toca à movimentação de granéis líquidos (subida de 11,2%, movimentação de 7,7 milhões de toneladas) e sólidos (subida de 11,2%, movimentação de 2,3 milhões de toneladas); número excepcionais foram também atingidos na movimentação de carga fraccionada (subida de 12,4%) e no segmento ro-ro, que continua portentoso e em progressivo crescendo (subida de 73,7%, equivalente a um total de 650 toneladas entre Janeiro e Novembro).

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