Portos nacionais começaram o ano com quebra de 2,5%

O Instituto da Mobilidade e do Transporte divulgou os números relativos à movimentação de mercadorias nos portos nacionais durante o mês de janeiro, que mostram um total de 6,7 milhões de toneladas, inferior em -2,5% ao verificado no mês homólogo de 2014.

Ainda assim, o IMT realça que janeiro de 2015 se apresenta como o segundo melhor mês de janeiro de sempre, apenas ultrapassado, lá está, pelo mês de janeiro do ano passado.

Por portos, destaque pela positiva para os comportamentos verificados em Setúbal, Figueira da Foz e Sines, com variações positivas de +15,6%, +8,2% e +2,7%, respetivamente. A quebra mais expressiva verificou-se no porto de Lisboa, -23,5%, seguindo-se Viana do Castelo, -13,6%, Leixões, -8%, e Aveiro, -6,9%.


Contentores registam melhor janeiro de sempre

Por tipos de carga, destaque para os contentores que chegaram aos 200,9 mil TEU no global dos portos nacionais, valor superior em 7,4% ao registado no mês homólogo de 2014, e sendo valor mais elevado de sempre registado nos meses de janeiro.

"A marca de melhor mês de janeiro de sempre, verificou-se nos portos de Figueira da Foz, Setúbal e Sines, cujas taxas de variação em relação a janeiro de 2014são de +45,2%, +28,6% e de +10,1%, respetivamente, sendo positivo o crescimento de Lisboa, +11,3%, e negativo o de Leixões, -4,5%", pode ler-se no relatório do IMT, que acrescenta que "o porto de Sines mantém, naturalmente, a posição de líder neste segmento de tráfego, com um volume de TEU que representa 50,7% do movimento total (sendo que em Número de contentores passa para 51,7%). Segue-se o porto de Leixões com 23,7%, Lisboa com 19,9% e Setúbal com 4,7% do total."

De resto, a diminuição de -2,5% verificada no movimento global de carga de janeiro de 2014 para janeiro de 2015, resultou de variação positiva de +4,4% na Carga Geral e de variações negativas de -6,5% nos Granéis Sólidos e de -6,9% nos Granéis Líquidos.

As escalas de navios que os principais portos do continente observaram no mês em análise, representaram um total de cerca de 13,2 GT, significando um acréscimo de 10% relativamente ao mês homólogo de 2014. Também aqui registou-se o melhor janeiro de sempre.

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