Movimento de carga nos portos nacionais cresceu 10% no primeiro trimestre
Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de estatística (INE), o movimento de mercadorias nos portos nacionais cresceu 10% no primeiro trimestre de 2012. À exceção do porto de Aveiro, todos os portos nacionais registaram melhorias face a período homólogo de 2011, com destaque para o porto de Sines.

Ainda segundo o boletim da Atividade dos Transportes, do INE, o crescimento foi maior em janeiro (aumento de 14,9% face ao mesmo mês de 2011) e em fevereiro (subida de 14,3%). Ao todo foram movimentadas 16,6 milhões de toneladas de mercadorias, com destaque para o trio composto por Sines, Leixões e Lisboa, responsáveis por 79,1% do total das mercadorias movimentadas.

O porto de Sines foi o que mais cresceu (+22,8%). Leixões (+4,8%) e Lisboa (+0,1%), também registaram subidas entre janeiro e março deste ano. Já o porto de Aveiro apresentou uma quebra de 7,3%. O porto da Figueira da Foz melhorou o volume de mercadorias movimentadas (+25,8%), assim como Setúbal (+0,9%).

Destaque ainda para o facto de ter havido um crescimento tanto no tráfego nacional (+11,6%), como no tráfego internacional (+9,7%), o qual representou 84,3% do movimento total dos portos. Neste último, destaque para o porto de Sines com um crescimento homólogo de 22,8%.

Movimento de carga por meio aéreo e ferroviário em queda

Ao contrário da evolução positiva registada no setor portuário, a carga movimentada em Portugal nos modos aéreo e ferroviário registaram quebras homólogas no primeiro trimestre de 2012.

O movimento de carga e correio nos aeroportos nacionais registou uma redução homóloga de 4,3% no trimestre, com um total de 35 mil toneladas movimentadas no conjunto da infraestrutura aeroportuária do país. Esta linha descendente é observada, de resto, desde o 4º trimestre de 2010.

Já o transporte de mercadorias por modo ferroviário foi responsável pela movimentação de 2,4 milhões de toneladas, o que significa uma diminuição homóloga de 4,5%. Ainda assim constitui-se como um decréscimo menos acentuado do que o verificado no trimestre anterior (-10,8%). O volume de transporte de mercadorias atingiu 541,5 milhões de toneladas-quilómetro, uma redução marginal de 0,3% em termos homólogos

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