Porto de Sines paga 5.3 M€ de dividendos ao Estado e cresce 23% nos contentores no 1º semestre
Dando cumprimento à deliberação da respectiva Assembleia Geral, a Administração do Porto de Sines procedeu à transferência de dividendos para o accionista Estado num montante 5,3 milhões de euros. A empresa apresentou um volume de negócios de 31 milhões de euros, livres de endividamento, e a sua autonomia financeira atingiu os 79%.

Do ponto de vista operacional, o Porto de Sines encerrou o 1.º Semestre de 2011 com um crescimento de 23% na movimentação de Carga Contentorizada, tendo conseguido um volume total de 203.389 TEU, face aos 164.992 TEU registados em período homólogo do ano transacto.

Nos diversos segmentos de carga há a registar um crescimento de 18% na Carga Geral, 15% no Gás Natural Liquefeito, 16% nos Graneis Sólidos e 28% nos Produtos Petroquímicos. Globalmente, pese embora ter havido uma recuperação ao longo do semestre, verificou-se uma quebra de 20% na movimentação de Produtos Petrolíferos, motivada pelo impacto da paragem da Refinaria de Sines para efeitos das obras de interligação da nova fábrica. Em todo o porto foram movimentadas 11,7 milhões de toneladas de mercadorias, mantendo uma clara liderança no sector.

Neste 1.º semestre registou-se ainda um incremento de 23,3% ao nível das exportações por contentor, evidenciando a tendência crescente da escolha do Porto de Sines pelas empresas sediadas no hinterland português e espanhol para a exportação das suas mercadorias. A totalidade do tráfego local teve um incremento de cerca de 30%, o que consolida Sines como o grande gateway da fachada Atlântica, único a dispor de ligações directas aos principais mercados mundiais.

O final do primeiro semestre fica também marcado pelo anúncio de um novo serviço de linha regular para o importante mercado da América do Sul e da escolha de Sines como o hub de transbordo entre a Ásia e a Costa Atlântica da América do Sul e Canadá. Estes desenvolvimentos confirmam a excelente localização estratégica de Sines no cruzamento das rotas Norte-Sul e Este-Oeste,e reforçam a integração do porto nas mais importantes cadeias logísticas mundiais, proporcionando aos agentes económicos portugueses acesso aos principais mercados mundiais com os mais reduzidos tempos de trânsito
 
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