Inoperacionalidade da monobóia oceânica leva a quebra de 4% no Porto de Leixões até Novembro

Os resultados relativos à carga movimentada no Porto de Leixões continuam a ser altamente influenciados pela inoperacionalidade da monobóia oceânica (em reparação desde Março) que tem impedido o descarregamento de petróleo de navios de grande dimensão - assim, o acumulado dos primeiros 11 meses está 4% abaixo do alcançado em período homólogo do ano passado.

Assim, a APDL dificilmente alcançará o objectivo definido de ultrapassar o recorde histórico alcançado no ano passado, quando Leixões movimentou um total de 18,76 milhões de toneladas. No final de Novembro, o Porto de Leixões acumulava 16,65 milhões de toneladas (-4%), depois de um 11º mês em que perdeu 16,6% em relação a Novembro de 2015.

Como referido acima, é o segmento dos granéis líquidos (de extrema importância em Leixões) aquele que mais cai (-13%) que arrasta consigo os números gerais - embora também se registe uma quebra homóloga nos granéis sólidos (-7%). Os restantes segmentes estão a crescer: carga geral (+8%), carga fraccionada (+6%), carga "ro-ro" (+18%), carga contentorizada (+7%).

O movimento de contentores em Leixões deve até ultrapassar o alcançado em 2015 mas não se espera que consiga bater o recorde de 2014, quando se movimentou em Leixões 659 mil TEU.

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